César Baltazar.
Antes de ser shaper, o César Baltazar é surfista. Foi lendo o mar do Rio de Janeiro que ele entrou na oficina pela primeira vez, atrás da prancha exata que a onda pedia e que não existia na prateleira.
Desde então transforma blocos de espuma em pranchas, uma de cada vez, à mão, do shape à laminação. Não trabalha com linha de produção. Praticamente nunca repete um modelo: cada prancha nasce única, pensada pro corpo, o nível e o surfe de quem vai remar nela.
Do planer à resina, o que sai do shaper é parte ferramenta, parte obra de arte. Feito pra performar na água e durar como uma peça que conta uma história.
Sob medida, sem repetição.
Cada prancha do César sai depois de uma conversa. Altura, peso, nível, tipo de onda que o cliente surfa, o que ele quer sentir embaixo dos pés. O briefing vira shape, o shape vira prancha.
Quase nunca dois modelos saem iguais. O catálogo do site é inspiração, não cardápio. Mostra o que já saiu das mãos dele pra você decidir a vibe da sua.
A linha exclusiva da casa é a Carbon Trash, construção própria que reaproveita retalhos de fibra de carbono na resina.
O filho seguiu a linhagem.
A cara do pai dentro d'água, surfando as pranchas que saem do mesmo galpão. A história continua na água.
Quer uma prancha do César?
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